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O PODER DE DESTRUIÇÃO DO CRACK E A CRIMINALIDADE EMERGENTE

20 de abril de 2009 29.580 visualizações 13 Comentários Imprimir este artigo Imprimir este artigo

crack

Mas é preciso que sejam medidas preventivas efetivas, e não um monte de ações pirotecnicas e espetáculos apelativos, mesclado de extorsões junto à entidades públicas e pobres da população, que assistimos por aí, através de alguns arremedos de projetos.  (Jeferson Botelho)

                            
A violência é um dos assuntos mais comentados na atualidade. Assalta a paz espiritual, contribui para a proliferação do flagelo social, e infelizmente, serve de bandeira política para sanguessugas sociais em épocas apropriadas.

É certo que violência e criminalidade andam juntas, lado a lado, mas são a mesma coisa.
Quando se tem um conjunto de constrangimento físico e moral, com negação dos direitos fundamentais que constituem o chamado piso vital mínimo como falta de moradia, miséria, desigualdades sociais, fome, corrupções, abusos e arbitrariedades e outras mazelas sociais, então nestes casos, podemos falar em violência.

Agora, quando se tem um somatório de roubos, furtos, homicídios, lesões corporais, seqüestros, estupros, e outros delitos, aqui se pode falar em criminalidade.
Seguramente, os níveis de violência contribuem para o crescimento da criminalidade. Quanto menor o nível de violência, menor serão os índices de criminalidade. Assim, é possível afirmar categoricamente que a criminalidade possui várias causas, ela é multifatorial.

Mas o que não se pode negar, é que nos dias atuais, o tráfico ilícito e uso de drogas têm sido a causa principal, o comburente que oxigena o recrudescimento da criminalidade em todo país. Inúmeras são as substâncias entorpecentes vendidas e consumidas no mundo inteiro, responsáveis pela degeneração do tecido social: maconha, skank, haxixe, cocaína, merla, paco, codeína, morfina, heroína, lsd, ecstasy e outras. Mas é inegável que o crack é a droga que mais preocupa a sociedade brasileira, pelo seu potencial poder de destruir, de aviltar e de transformar o usuário em fera social.

O crack é uma droga ilegal derivada da planta de coca, é feita do que sobra do refinamento da merla, que é sobra do refinamento da cocaína, ou da pasta não refinada misturada ao bicarbonato de sódio e água. Foi criada por soldados americanos em meados do ano de 1966, para tentar diminuir o movimento dos Panteras Negras (em inglês Black Panters Party).

O bicarbonato de sódio faz com que a mistura tenha um baixo ponto de fusão (passagem de sólido para líquido) e ebulição (uma forma de passagem de líquido para gasoso), tornando possível a queima da droga com o auxílio de cinzas, que são colocadas no cachimbo junto ao crack.

O uso de cocaína por via intravenosa foi quase extinto no Brasil, pois foi substituído pelo crack, que provoca efeito semelhante e é tão potente quanto a cocaína injetada. A forma de uso do crack também favoreceu sua disseminação, já que não necessita de seringa – basta um cachimbo improvisado.

smoking-crack-cocaine

O crack eleva a temperatura corporal, podendo levar o usuário a ter um acidente vascular cerebral. A droga também causa destruição de neurônios e provoca no dependente a degeneração dos músculos do corpo (Rabdomiólise), o que dá aquela aparência esquelética ao indivíduo: ossos da face salientes, braços e pernas ficam finos e costelas aparentes. Normalmente um usuário de crack, após algum tempo de uso utiliza a droga apenas para fugir da sensação de desconforto causado pela abstinência e outros desconfortos comuns à outras drogas estimulantes: depressão, ansiedade e agressividade.

O uso do crack e sua potente dependêcia em muitos casos leva o usuário a prática de pequenos crimes para a compra da droga. Estudos relacionam a entrada do crack como droga circulante em São Paulo com o aumento da criminalidade praticada por jovens, como pequenos furtos e o aumento da prostituição juvenil, com o fim de financiar o vício. Na periferia de São Paulo, jovens prostitutas viciadas em crack são o nicho de maior crescimento da AIDS no Brasil.

O efeito social do uso do crack é o mais devastador entre as drogas normalmente encontradas no Brasil, o viciado em crack se torna gradativamente completamente dependente da droga, e a prática de pequenos crimes normalmente começa em casa, com o furto de objetos e eletrodomésticos para a compra da droga. O viciado em crack dificilmente consegue manter uma rotina de trabalho ou escola diário, passando a viver basicamente em busca da droga, não medindo esforços para consegui-la.

Para o combate efetivo, há necessidade de implemantação de medidas nas três linhas de ações: preventiva, repressiva e curativa.
A prevenção deve ser a primeira linha de ação, com introdução de medidas voltadas para a formação educacional da criança e do adolescente nas escolas, fortalecendo a sua auto-estima, com  a demostração do grande mal que a droga tem causado à sociedade, e mesmo porque a educação é a melhor forma de se prevenir.

Mas é preciso que sejam medidas preventivas efetivas, e não um monte de ações pirotecnicas e espetáculos apelativos, meclado de estorsões junto à entidades públicas e pobres da população, que assistimos por aí, através de alguns arremedos de projetos. 

Na repressão, a atuação estatal deve visar o desbaratamento das grandes quadrilhas organizadas, como a criação de leis fortes, claras, talvez com a previsão de pena perpétua para o traficante de drogas, evidentemnete criando-se uma nova Constituição, já que o comando que proibe a pena em caráter perpétuo se encontra no rol das chamadas cláusulas pétreas.

O investimento na segurança pública é ponto fundamental para o enfrentamento ao crime organizado. O criminoso se moderniza, se organiza, um verdadeiro modelo empresarial para a produção e distribuição das drogas e armas.  Falam-se em narcoempresas. Viaturas e armamentos são necessários. Não é tudo. Acredito que a valorização do policial é a melhor forma de investimento. É necessário qualificar o policial, por meio de cursos, treinamentos, pagamento de salários justos, valorizar a investigação que é a base de sustentação do processo. Logo, a polícia judidicária deve ser a primeira a ganhar investimentos, mesmo porque a Polícia Civil, sozinha, não conseguirá resolver os problemas de segurança púiblica, e o Estado, sem a decisiva participação da Polícia Civil, é incapaz de prestar segurança pública com qualidade. Sem essas medidas, o país se aproxima do caos e a sociedade deve se preparar para enfrentar cada vez mais uma crescente onda de crimes a causar enormes prejuízos de toda ordem.  

Outra medida importante na política de combate ao uso e tráfico de drogas ilícitas é a implantação de clínicas especilizadas para desintoxicação do dependente químico. Se não existe um lugar para tal finalidade, evidentemente, que o usuário vai permanecer nas ruas como lixo social, ameaçando, roubando, e trazendo insegurança para as pessoas e para o próprio viciado.

Como forma de buscar melhor esclarecimento daquilo que a droga, sobtretudo, o crack tem causado na vida em sociedade, o site TERRA exiibiu uma matéria importante, altamente esclarecedora sobre o aumento de casos de atendimento psiquiátrico em virtude do uso do crack em 04 capitais do país.
É certo que um estudo mais abrangente certamente vai  apontar também outros estados convivendo com a epidemia da droga, e a criminalidade aumentando em passos largos, com registros de perdas em todos os sentidos.                  

Crack é responsável por 39% dos atendimentos psiquiátricos

18 de abril de 2009 • 20h36 • atualizado às 20h41

Fabiana Leal
Direto de Porto Alegre
O crack é responsável por 39,4% dos atendimentos psiquiátricos em Porto Alegre (RS), Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP) e Salvador (BA). Os homens são maioria do universo de viciados. Os dados constam de levantamento coordenado pelo psiquiatra Félix Kessler, vice-diretor do Centro de Pesquisa em Álcool e Drogas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e membro da Associação Brasileira de Estudos sobre Álcool e Drogas (Abead).

No domingo de Páscoa, o crack gerou um crime em um bairro nobre de Porto Alegre. Flávia Costa Hahn, 60 anos, é suspeita de ter matado o filho Tobias Lee Manfred Hahn, 24 anos, em casa, na rua Coronel Gomes de Carvalho, na zona sul da capital gaúcha, após lutar por oito anos para tirar o filho do vício. Segundo a polícia, Flávia teria usado o revólver do marido, o engenheiro aposentado alemão Manfred Oto Hugo Hahn, 75 anos, que é colecionador de armas. Flávia confessou o crime em depoimento à polícia e foi presa, mas deixou a Penitenciária Feminina Madre Pelletier, em Porto Alegre, na tarde da segunda-feira.

Parentes e amigos se questionam sobre a atitude da mãe, mas afirmam que Flávia amava muito o filho único e, se cometeu o crime, foi em legítima defesa. Segundo eles, o rapaz tentou matar os pais em outras circunstâncias. Em uma das vezes, ele teria aberto as bocas do fogão para deixar vazar gás.

"O rapaz era viciado em crack havia oito anos. Ela (mãe) relatou constantes ameaças e agressões e disse que vivia num inferno em virtude das situações que o filho criava. Ele, inclusive, fazia ela ir de madrugada ao banco buscar dinheiro", disse o delegado Celso Jaeger. Na madrugada que antecedeu o crime, de acordo com o policial, Tobias fez a mãe ir ao caixa eletrônico e sacar R$ 20 para ele. Ainda segundo relatos de vizinhos, o rapaz também vendia as coisas de casa para comprar drogas.

Perfil

Para a pesquisa, foram entrevistadas 740 pessoas durante um ano. Segundo Kessler, a grande maioria dos usuários de crack é homem (81,9%) e tem idade média de 31,1 anos. Eles são mais jovens do que as pessoas que buscam tratamentos para dependência de cocaína, álcool e outras drogas, cuja faixa etária média é de 42,4 anos.

Os viciados em crack ouvidos no estudo tinham menor escolaridade do que os usuários de álcool, cocaína e outras drogas, e 52,2% deles estavam desempregados.

Problemas judiciais

O coordenador da pesquisa feita pela Abead disse que a pesquisa apontou que os usuários de crack geralmente têm problemas com a Justiça, principalmente relacionados a roubo. O delegado Bolívar Llantada, da Delegacia de Homícídios e Desaparecidos, informou que Tobias, o jovem morto em Porto Alegre, tinha 14 registros de ocorrências policiais contra ele por furto e roubo.

Violência é comum

A psicóloga Sandra Helena de Souza, diretora técnica da Fundação de Proteção Especial do Rio Grande do Sul, disse que casos como o da mãe que matou o filho em Porto Alegre não são tão raros. "Há cinco anos, um rapaz de 25 anos era usuário de crack e teve uma atitude de extrema agressividade com o pai, que o matou em legítima defesa." Sandra afirmou que a última medida que os pais devem fazer é dar dinheiro aos filhos viciados, pois, se assim o fizerem, estarão contribuindo para o nível de dependência aumentar.

No Rio Grande do Sul, a Secretaria de Saúde e profissionais da área consideram que o Estado esteja enfrentando uma ‘epidemia’ de crack. O governo estima que 50 mil pessoas sejam viciadas na droga no Estado. Conforme dados de 2007 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população do Rio Grande do Sul é de 10,6 milhões de habitantes. No Estado, a média de atendimentos psiquiátricos de pessoas viciadas em crack é superior (43,35) a das outras três capitais avaliadas.

"Estamos perante uma epidemia, porque há um número explosivo (de casos) nos últimos três anos. Antes era uma raridade (o consumo de crack), tínhamos nas unidades 90% de outras dependências (álcool e cocaína) e 10% de crack. Hoje temos o contrário", disse o psiquiatra Gilberto Brofman, diretor técnico do Hospital Psiquiátrico São Pedro, em Porto Alegre (RS). A psicóloga também concorda. "Considerando a gravidade da droga e a baixa resolutividade em termos de tratamento, é uma epidemia. O sentimento na sociedade, e principalmente nas famílias que vivem esse drama, é de impotência."

Abalo familiar

Sandra disse que a situação da dependência química leva as famílias a muitos problemas e gera sensações de impotência e desespero. "O extremo choque emocional levou essa mãe a essa atitude."

Para a psicóloga, o País não está preparado com atendimento necessário para enfrentar a problemática da droga, principalmente do crack. "O crime está muito organizado, e a sociedade atrasada."

Mas não é só o Brasil que tem dificuldades para enfrentar a problemática. Entre 1984 e 1990, os Estados Unidos também sofreram uma epidemia de crack. No período, Nova York chegou a ter 12 mil pontos de venda e a taxa de homicídios atingiu 2,2 mil por ano. Em Washington, capital do país, o então prefeito, Marion Barry, foi preso por fumar crack, em 1990. Apesar do reforço às leis antidrogas e prevenção, em 2008, a população americana ainda consumia 70% do crack usado durante o período de epidemia.

São Paulo

Segundo levantamento realizado pela Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, o número de crianças e adolescentes com idade entre 10 e 18 anos que procuraram tratamento intensivo para o vício em cocaína e crack passou de 179, em 2006, para 371, em 2008. O número, divulgado na última quarta-feira pela secretaria, representa um aumento de 107% na procura.

Nos anos 90, a venda e o consumo da pedra a céu aberto em São Paulo tornaram uma parte da região central da cidade conhecida como Cracolândia. Em 2005, a prefeitura começou uma iniciativa de revitalização da área – parte de um projeto maior, chamado Nova Luz – e chegou a decretar, dois anos depois, o fim da Cracolândia. Porém, a comercialização e consumo da droga não terminaram, apenas mudaram de endereço. Hoje, a "Nova Cracolândia" fica a menos de 1 km do antigo ponto.

Crack é barato só na aparência, diz psicóloga

18 de abril de 2009 • 20h37 • atualizado às 20h41

Fabiana Leal
Direto de Porto Alegre
A psicóloga Sandra Helena de Souza, diretora técnica da Fundação de Proteção Especial do Rio Grande do Sul e especialista em saúde mental e lei, afirmou que "o crack é uma droga aparentemente barata, mas não é".

"Hoje, colocam crack no cigarro de maconha. Aparentemente, o crack é uma droga barata, mas não é. A pessoa vai se tornar dependente em quatro ou cinco doses e vai precisar, com o tempo, de várias doses por dia. A pedra custa, em média, R$ 5, e o usuário vai começar usando de duas a três vezes por dia e, em seguida, vai precisar de dez. Isso se torna rentável para o tráfico", disse Sandra.

Segundo a psicóloga, a droga entrou no Estado há 11 anos. Antes, conforme Sandra, os traficantes não tinham interesse que as pessoas fossem viciadas em crack porque a droga "destrói muito rápido".

Diretor técnico do Hospital Psiquiátrico São Pedro, em Porto Alegre (RS), o psiquiatra Gilberto Brofman cita um estudo feito em São Paulo que aponta que a mortalidade dos viciados em crack é de 30% em cinco anos. De acordo com o médico, as mortes são violentas (assassinatos), por aids ou por conseqüências direta da droga.

"É uma droga diferente das outras e muito mais severa. Não há outra droga que produza um declínio físico e mental maior para o paciente (do que o crack). As conseqüências físicas são muito severas, como infartos, acidente vascular cerebral (AVC), doenças hepáticas, dano cerebrais e pulmonar e hipertensão", disse Brofman.

SP: nº de jovens em tratamento por crack e cocaína sobe 107%

15 de abril de 2009 • 21h43 • atualizado às 21h43

Segundo levantamento realizado pela Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, o número de crianças e adolescentes com idade entre 10 e 18 anos que procuraram tratamento intensivo para o vício em cocaína e crack, passou de 179, em 2006, para 371, em 2008. O número, divulgado nesta quarta-feira pela assessoria da secretaria, representa um aumento de 107% na procura.

Para o tratamento intensivo, modalidade que teve aumento de 61,4% na procura, são necessárias 22 sessões por mês. Entre 2006 e 2008, foram oferecidos 41.801 procedimentos, que incluem, entre outras coisas, sessões com psicólogos e psiquiatras.

A secretaria informou ainda que no início do ano foi inaugurada uma clínica pública de internação especializada em adolescentes viciados em drogas e álcool. A unidade, que pode atender anualmente cerca de 120 adolescentes, receberá da secretaria um repasse de R$ 3 mil por mês para cada paciente.

Referências bibliográficas:
www.terra.com.br, acesso em 19/04/2009, às 07h47min;

Wikipédia, a enciclopédia livre.

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13 Comentarios »

  • pamela cardozo disse:

    ACHO MUITO INPORTANTE ESSA MATERIA PORQUE E REALIDADE QUE MUITAS MAES VIVEM ESSE PESADELO NO DIA A DIA COM SEUS FILHOS DROGADOS

  • roberto silva neto disse:

    ola pessoal gostaria de receber conselhos e ajuda sobre um problema : tenho uma irma com nome de sueide ela esta com 33 anos de vida vim conhece-la agora com eta idade pois quando ela era pequena mais ou menos 3 anos ela foi tirada da minha mae hoje a encontramos mais ela esta vivendo nas ruas da cidade de sao paulo e esta viciada em crak e outros tipos de drogas gostaria de saber o que devo fazer para tira-la desta vida ou seja como e o que tenho que fazer pois moro longe moro em goiania goias e ela esta nas ruas de sao paulo me oriente,m por
    favor me ajude obrgado pela atnçao ! atenciosamente Roberto Silva Neto

  • FREDY DORTS 7 LAGOAS disse:

    olá , tenho 29 anos e sou usuário de varios tipos de drogas , mas de 8 meses para cá entrei no CRACK , foi avassalador !!!!!!!!!!
    Tenho sequelas cardiacas , respiratorias provavelmente permanentes !
    Já fiz alguns exames de coração constatando alguns problemas !
    estou com uma péssima aparencia tanto que tenho vergonha de de sair na rua , é muito triste , provalvelmente nao irei muito longe .
    pois as pessoas já dissem que vou morrer !!!
    eu fazia uso de substancias CRACK X ALCOOL (cerveja , geralmente)
    Isso acabou comigo , BOM é que agora os jovens estão se concientizando que droga está por fora !!!!
    A vida é muito boa para se jogar fora dentro de um copo de bebida ou caximbo de crack !!!
    Eu gostaria que , como eu parei eu melhorasse mas provavelmente o organismo tende a ficar mais fraco com o passar dos tempos,
    ME ARREPENDO MUITO !!!!!! E UM RECADO:
    FIQUE VIVO , NÃO USE DROGAS !!!!!!!!!
    FREDY DORTS SETE LAGOAS MG
    fredydorts@hotmail.com

  • Layla Tolledo disse:

    Esse assunto é muito interessante,pois retrata a nossa realidade alertando a todos sobre os maleficios dessa droga destrutiva.
    É assustador o que viciados fazen para conceguir comprar a droga,chegando até a se prostituir.Deveria existir mais projetos para concientizacao do uso de drogas no geral,principalmente na periferia,onde a violencia e as drogas caminham lado a lado!É importante apoiar aqueles que se arrependen e tentan se livrar do vicio.

  • paulo disse:

    quanto tempo demora a onda do crack

  • jessyca dara disse:

    ola pessoas me chamo jessyka eu tenho um namorado usuario do crack ele se chama l. p. e tem 16 anos de idade des dos 14 anos de idade ele usa o crack e outras drogas eu e a mãe dele ñ sabemos oq fazer, por que pra enternar ele.Ele precisa querer e ele ñ quer,ele é o tipo de pessoa q vai pela cabeça dos outros e ele entrou nessa por causa de um primo dele que ensistiu tanto q ele usou inclusive ele hoje esta preso por trafico de drogas então eu estou pedindo ajuda ha voce`s oq eu faço pra ajudas ele?eu amo muito ele e ñ quero perde-lo para as drogas eu e a mão dele pedimus a ajuda de vc´s!!!!!!!!

  • Maria disse:

    Dia 12 de junho de 2010 é o dia do JEJUM PELA EXTINÇÃO DO CRAK é uma campanha que esta rolando por aí eu estou participando e ajudando na divulgação , é um dia, somente por um dia já é um bom começo. Colabore com a divulgação.

  • Andréa disse:

    Gostaria de uma ajuda, orientação, moro da zona sul do Rio de Janeiro e fico muito penalizada com a situação das crianças que ficam abandonadas na rua fumando crack, cheirando cola, são pequeninos, sem perspectiva, sem amor, sem alento, com fome, com frio. Gostaria de saber onde podemos recorrer para pedir ajuda, para destinar essas crianças a uma recuperaçào digna para uma vida melhor! obrigada

  • luciano gomes pereira disse:

    Essa é a unica esperança do tratamento de drogas e bebidas alcolica todo tem participar e ajudar recumperar essa pessoa com droga e bebida.

    eu tambem tenho uma cura de uma doença que todos tem essa esperança uma doença chamada asma e bronquite e pode haver uma cura para o cancer nionguem ate agora nao me procurou para saber como funciona essa planta chamada flor-de-bolêra

    estou voltando para minha terra natalvou lutar para realizar essa cura
    tem algo que possa me emcaminha para ajudar tc no meu email
    luciano-gomes-34@hotmail.com ou me liga 33-35254049

  • wine viana justino disse:

    estou desespera por alguma ajuda porem sei que e quase impossivel essa ajuda chegar quero muito ajudar uma pessoa dependente do crack mas estou perdendo as forças se alguem quiser me orientar entra no wine1304@hotmail.com

  • pr.agnaldo disse:

    diante da esposição sociologica e cientifica do problema que tem causado o crak na sociedade brasileira.o que não pode deixar de ser observado é que todo este mal é a soma e o resultado do ataque aos valores da familia .embora muitos não adimitem e até não aceitão que a falta de Deus na vida do homem causa um vazio existencial que o faz buscar todo tipo de praticas para preencher este vazio.mas o senhor jesus percebendo o sofrimento da humanidade nos fez um convite.dizendo vinde a mim voz todos que estais cansado e sobrecarregado e eu vos aliviarei.e sem sombra de duvidas o que tem tornado o homem massa simbiotica desse vale de ossos secos é a falta de jesus cristo no coração dos homens;

  • A quem recorrer? « Jornalismo Online disse:

    […] Crack e o aumento da criminalidade […]

  • L. junior disse:

    meu nome é junior fui dependente quimico durante 17 anos da minha vida . estou limpo a alguns anos e hoje tenho um centro de apoio a vida e ao combate a dependencia quimica. posso dizer q a prevenção é o melhor caminho. precisamos mostrar aos jovens oq o crack faz na vida das pessoas. aki em fortaleza o avanço do crack é avassalador corre na velocidade da luz. é incrivel como aumenta a violencia e o numero de jovens viciados. mas tenho fé q as pessoas de bom coraçao se unirão para solucionar esse problema tao grave, ja q o poder publico nao se interessa em tomar medidas preventivas e de tratamento intensivo para os atuais dependentes da massa carente que por mais q queiram nao tem a oportunidade de se tratar . que Deus tenha misericordia da raça humana e instrua nossos governantes a fazer oq deve ser feito.
    meu e-mail é juniorwolflive@hotmail.com se tiver alguem interessado em mudar de vida e abandonar o vicio me procure q com certeza podemos ajuda-lo. obs: tratamento inteiramente gratuito para todo o pais.

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