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CONHEÇA A NOVA DROGA: Mais forte do que o crack

30 de abril de 2011 13.580 visualizações 3 Comentários Imprimir este artigo Imprimir este artigo

Óxi chega a São Paulo após se espalhar por dez Estados

FONTE: Guilherme Balza – DO UOL NOTÍCIAS

Ainda desconhecido pela maioria da população, o óxi ou oxidado, uma droga parecida com o crack, só que mais devastadora, já se espalhou por dez Estados do país e recentemente chegou a São Paulo. Assim como o crack, o princípio ativo do óxi é a pasta base da folha de coca. Enquanto o crack é obtido a partir da mistura e queima da pasta base com bicarbonato de sódio e amoníaco, no óxi são utilizados cal virgem e algum combustível, como querosene, gasolina e até água de bateria –substâncias que barateiam o custo do entorpecente.

O óxi é inalado ou fumado, assim como o crack, na lata ou no cachimbo. A droga é produzida na Bolívia e no Peru e começou a entrar no Brasil em 2005 pelo interior do Acre. Em pouco tempo, chegou a Rio Branco, onde atualmente há um número elevado de usuários, e se espalhou para outras capitais da região Norte, como Manaus (Amazonas), Belém (Pará), Macapá (Amapá) e Porto Velho (Rondônia).

Nos últimos meses, houve apreensões e registros de usuários em Goiás, Distrito Federal, Pernambuco, Mato Grosso do Sul e Piauí –onde foram confirmadas 18 mortes só neste ano por conta do uso do óxi. Há rumores da circulação da droga no Mato Grosso, Maranhão e Paraná, embora não haja registros oficiais.

A Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad), subordinada ao Ministério da Justiça, informou que pesquisadores do órgão registraram a circulação da droga em Santos (SP), mas não forneceu mais detalhes. Na capital, não há registros de usuários de óxi no SUS (Sistema Único de Saúde), segundo a Secretaria de Estado da Saúde. A Secretaria Municipal da Saúde da capital paulista, que faz um trabalho com usuário de drogas na Cracolândia, região central, também afirma não ter encontrado a droga.

Oficialmente, o Denarc (Departamento de Investigações sobre Narcóticos) da Polícia Civil ainda não fez apreensões da droga. Segundo o órgão, no entanto, o óxi já pode ter sido apreendido, mas não foi diferenciado em razão de sua semelhança com o crack. A maior diferença na aparência entre as duas drogas é a cor mais amarelada do óxi, enquanto a pedra do crack é mais clara.

Composição da droga
– Pasta base da folha de coca
– Cal virgem
– Combustível, como querosene, gasolina e até álcool de bateria

O delegado Reinaldo Corrêa, da Divisão de Prevenção e Educação (Dipe) do Denarc, cita um episódio ocorrido em março deste ano, em que foram apreendidos 200 kg de crack em um laboratório no Ipiranga, zona sul de São Paulo. Na ocasião, a polícia prendeu oito mulheres contratadas em Alagoas para empacotar a droga, além de seis homens que compravam a droga no atacado na Bolívia. Na época, o Denarc anunciou que a apreensão era de crack, mas segundo Corrêa, tudo indica que, na verdade, tratava-se de óxi.

“Os investigadores queimaram algumas pedras para analisar o material e a substância soltou uma espécie de óleo, que é um resíduo do querosene do óxi que o crack não solta. Só foi registrado como crack porque os investigadores não sabiam da existência do óxi. Agora, qualquer coisa que a gente apreender, vamos ficar de olho”, afirmou o delegado.

Ainda segundo Corrêa, pedras estão sendo vendidas na cracolândia por R$ 2 a R$ 5, valor inferior ao que normalmente o crack é comercializado (entre R$ 7 e R$ 10), o que pode ser um indício do comércio de óxi. Também há relatos não-oficiais de uso de óxi na região da avenida Jornalista Roberto Marinho, na zona sul da capital. “Se olharmos o percurso da droga, o próximo destino é São Paulo, que é o grande centro consumidor de crack. Nada impede que o óxi chegue aqui”, disse.

Efeitos e danos ao organismo

A pasta base é feita a partir da trituração da folha de coca, encontrada nos países andinos (Bolívia, Peru, Colômbia e Equador). Para obter a pasta base, utiliza-se ácido sulfúrico e outros componentes tóxicos. No óxi, a pasta base é misturada com combustível e cal virgem, componentes corrosivos e extremamente danosos ao organismo.

A droga inalada chega ao cérebro entre 7 e 9 segundos, apenas, e acelera o metabolismo do usuário, causando sensações de euforia, depressão, medo e paranoia. Diferente da cocaína, os efeitos duram pouco tempo, no máximo 10 minutos. Essas circunstâncias obrigam o drogado a inalar o óxi repetidamente para manter o “barato”, o que aumenta as agressões ao organismo.

De acordo com o psiquiatra Pablo Roig, diretor de uma clínica particular de recuperação de drogados, o que torna o óxi mais letal que o crack é, em primeiro lugar, os componentes adicionais –cal e combustível– e, em segundo, a quantidade do princípio ativo da cocaína, que no óxi é de 60% do composto, um pouco superior ao encontrado no crack.

“São substâncias com alta toxicidade, que causam dificuldades na respiração, fibroses e endurecimento do pulmão. Afetam o sistema cardiorrespiratório e promovem uma vasoconstrição muito intensa. Muitos usuários têm perda de consciência, o que leva a uma parada cardíaca e ao coma”, afirma o médico.

A maioria dos usuários intercala as inaladas com doses de álcool para controlar a sensação de abstinência causada pela droga, o que ataca o fígado e o sistema digestivo, fazendo com que os usuários tenham diarreia e vômito. Muitos usuários de óxi apresentam aparência amarela por conta dos efeitos da droga no fígado.

“O álcool com a substância da cocaína forma o cocaetileno, que pode provocar esteatose hepática (gordura no fígado) e cirrose”, diz Roig. O cocaetileno também é uma substância tóxica para o miocárdio, o que pode também provocar morte súbita.

Ainda não há um estudo sobre a letalidade do óxi. Nos próximos dias, a Fundação Oswaldo Cruz, em parceria com o Ministério da Justiça, divulgará um amplo estudo sobre o crack que também deve abordar o óxi. No entanto, segundo o delegado do Denarc, em média 30% dos usuários da droga não sobrevivem após um ano de uso.

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3 Comentarios »

  • BENIGNO DIAS disse:

    A SÍNDROME DA SUPERPOPULAÇÃO (por: Benigno Dias)

    Em Gênesis: 9:7 Deus ordena: “Mas vós frutificai, e triplicai-vos; povoai abundantemente a terra, e multiplicai-vos nela”. Seguir esta ordem divina seria um suicídio coletivo, gente se afogando em gente. SAIBAM O PORQUÊ:

    A explosão demográfica é, sem dúvida, a causa de quase todas as mazelas modernas. Cada indivíduo que nasce, constitui um multiplicador de problemas em potencial.
    O fenômeno da superpopulação traz, inevitavelmente, a sociedade competitiva. Na sociedade competitiva, o homem passa a enfrentar o seu semelhante como um inimigo, embora, quase sempre, não-declarado. Para derrotar o competidor, consciente ou inconscientemente, o ser humano incorpora o seu mais extremo recurso: a lei que revoga as demais, a lei da sobrevivência. Não a lei da sobrevivência instintiva, mas aquela calculada, arrivista. Nesse estágio, os inversos de valores, como: moral, solidariedade e sinceridade tornam-se armas diabólicas da estratégia interpessoal. Passa-se a conviver, então, numa sociedade pandemônica, algo pior que a sociedade de lobos preconizada por Plauto; quem dera fosse, pelo menos, lobos não raciocinam!
    A multidão serve também como camuflagem (mimetismo) para muitas pessoas se despersonalizarem, corromperem-se……na quase certeza de que passarão despercebidas. Outras assim procedem para chamar a atenção, pois à medida que aumenta a população, mais um elemento se sente diminuto, anônimo. E há até aqueles que se entorpecem; como a buscar um condicionamento psicológico capaz de ajustá-los às adversidades cotidianas.
    À proporção que a superfície terrestre vai sendo povoada, sobra menos solo cultivável. A agropecuária dispõe, paradoxalmente, de menor espaço para produzir alimentos para um maior número de consumidores. Então, recorre-se ao “milagre da química”. A fim de conciliar a ganância de quem produz à necessidade de quem consome, aplica-se o fertilizante, a herbicida, o transgênico, a clonagem etc. Tudo isso tem como decantador ou despejo final, o corpo humano, constantemente bombardeado. Surgem as moléstias; enfermidades cuja proliferação mais rápida e resistente será propiciada pela grande concentração de organismos fragilizados, coabitantes de um ecossistema cada vez mais insalubre. De modo que esse congestionamento humano não deve ser medido à base de indivíduos por quilômetro quadrado. Pois passamos a conviver em um planeta superpovoado, a partir do momento em que as fontes de recursos vitais começaram a precisar de uma “mãozinha” do homem para atender à demanda das necessidades de sua espécie. Ou seja: a “insumação” da produção in natura.
    Face ao aquecimento ascendente do planeta, é fácil prevê que o primeiro morticínio global será causado por fome. A cada grau Celcius que aumenta, centenas de espécies vão desaparecendo e, paripasso a essas extinções, a cedeia dos três reinos também se desarmoniza. Como 90% do que comemos provém direta ou inderetamente de vegetais, inclusive as rações de animais dos quais nos alimentamos; quando o calor for suficiente para eliminar os micro-organismos decompositores, responsáveis pelo processamento do adubo, as plantas deixarão de ser cultivadas pelo método tradicional. E aí não teremos mais grãos, sementes, raízes, folhas etc.
    A indústria, por seu turno, na tentativa de responder à demanda e competir com a concorrente, automatiza-se, robotiza-se. Tal processo implica a troca do trabalhador pela máquina, sinônimo de desemprego e desespero. Sobretudo no mundo globalizado. Um chinesinho que acabou de nascer, pode prejudicar a qualidade de vida dum brasileirinho aqui. A China é uma nação onde a economia ainda não abraçou o dogma do capitalismo ocidental. O trabalhador chinês vende sua mão-de-obra numa escala depreciada, por conseguinte, seus produtos comerciais são processados a baixo custo. Desse modo, é mais vantajoso, para um empresário brasileiro, importar bugigangas chinesas do que comprar artigos da indústria nacional, embora esta segunda opção significasse a inclusão de trabalhadores brasileiros no setor produtivo.
    Em meio à tanta tribulação, o tecido social se esgarça, levando as pessoas ao estado de niilismo: “não nos resta mais nada, estamos às vésperas do fim”. Esse tipo de sensação desperta no homem uma gana voraz por lograr e estocar tudo, antes que alguém chegue primeiro.
    E todos passam a pensar e agir assim; o individualismo e a desconfiança recíproca se exacerbam. Segundando esta afirmativa, a Fundação Getúlio Vargas, em recente pesquisa, constatou que os países mais populosos são mais corruptos, não somente em quantidade, mas em percentagem também.
    Por essa busca enlouquecida, a princípio, aquela que acaba pagando mais caro é a natureza, a qual, degradada, “vinga-se” do homem. Isso justifica a preocupação do chefe do Programa Ambiental da Organização das Nações Unidas, Klaus Toepfer, manifesta durante sua visita em Sidney-Austrália. Referindo-se à China, disse Toepfer: “Quadruplicar o PIB de uma país de 1,3 bilhões de habitantes, imaginem a catástrofe ambiental que tal ambição possa trazer à vida na terra!” No caso particular do Brasil surge mais um “fermento” perigoso: o governo está remunerando mulheres por parto, e ajudando a financiar suas crias até a maioridade.
    Claro que um freio abrupto na densidade demográfica, mundial, é algo que beira às raias da utopia. Mesmo porque, hoje, o número de habitantes de um país virou trunfo das negociações internacionais. Basta espelhar-se pelo mau exemplo da China: seu governo tem violado os direitos humanos sistematicamente, nem assim, as potências capitalistas (as detentoras do poder terráqueo) adotam retaliações contra o governo de Pequim. No mundo capitalista, quem manda são os megaempreendimentos: empresas, bancos, indústrias etc. Qual país capitalista gostaria de perder um mercado consumidor com o volume do chinês? George Bush, em recente pronunciamento, declarou que a Índia já merece um lugar no Conselho de Segurança da ONU, porque o país já conta com uma massa populacional próximo a um bilhão de habitantes. No plano interno, também não é diferente: os governantes, à exceção dos chineses, nenhum esboça o interesse de controlar a taxa de natalidade. Pois, para os empresários (legítimos financiadores do poder eleito), quanto maior a população, maior o número de consumidores em potencial. É compromisso desses homens de negócios, estimular a multiplicação de objetos de lucro/produção (consumidores/trabalhadores), a fim de que seus empreendimentos se perpetuem crescentes, postumamente, sob as rédeas dos seus descendentes. Enquanto isso, àqueles que sonham com um mundo racionalmente povoado, restam-lhes os mecanismos de controle natural das populações: epidemias, tsunamis, terremotos etc.
    Contudo, se ainda existe alguém comprometido com a posteridade, que decrete logo um rígido controle na taxa de natalidade, antes que o planeta entre em colapso. Ou antes mesmo que, ao invés de chorar, um homem passe a comemorar a morte de um semelhante seu, por ter-se livrado de mais um concorrente. Assim, mais do que sempre, a vida passa a ser o acaso duma “roleta russa”. A SUPERPOPULAÇÃO MORRERÁ DO SEU PRÓPRIO EXCREMENTO! PORQUE, NESSE SISTEMA, AS PESSOAS SE INTERRELACIONAM COMO NAS DOENÇAS AUTOIMUNES: ANTICORPOS VERSUS ENZIMA DE UM MESMO ORGANISMO, OU O FAMOSO “FOGO AMIGO”.

    COMENSALISMO NA SUPERPOPULAÇÃO

    Damião e Cosme são irmãos gêmeos. Ambos contraíram matrimônio quase que simultaneamente. Devido à obra do acaso, os dois casaram com mulheres estéreis. Sentindo-se desconfortados por não terem um filho, Damião e a esposa decidiram adotar uma criança. Seguindo o exemplo do primeiro, o casal Cosme também resolveu aderir ao processo de adoção. Mas com uma diferença: como a renda familiar do segundo casal era cinco vezes superior à do primeiro, assim, Cosme tomou cinco guris; todos com a mesma idade do pupilo de Damião.
    DEDUÇÃO ERRÔNEA:
    Certa ocasião, em conversa com Damião, Cosme ouviu o seu mano dizer que o dispêndio com o único filho adotado era de R$ 120,00 ao mês. Cosme, por seu turno, fez uma rápida regra de três direta, através da qual projetou em R$ 600,00 (120 x 5) mensais a despesa com sua meia dezena de pimpolhos. Dali, então, passou a monitorar o gasto médio, mensal, com os seus cinco; chegando a R$ 900,00 (50% além do que havia previsto). Perplexo diante do resultado, Cosme tentou, em vão, contrair os números. Observando, examinando, descobriu o porquê da sua falsa estimativa: ocorre que, quando se trata de um grupo disputando os mesmos interesses, aí entra em cena uma competição predatória (uma forma de esperteza preventiva) entre os indivíduos, cuja conseqüência principal é a oneração no bolso do provedor. O mesmo fenômeno não se verificava com Damião, porque ele era mantenedor de apenas um dependente, concorrente de si mesmo.
    Agora, comparemos o pobre Cosme à mãe natureza; superlotada com mais de 6.000.000.000 “humanóides”, distribuídos em famílias diferentes, travando uma luta de vale-tudo para sobreviverem e/ou acumularem bens. E à medida que incha o número de competidores, as oportunidades ficam mais escassas. Tal paranóia sugere a cada elemento a constatação de que valores como: solidariedade, ética, pudor, senso ecológico etc., passam a representar freios àqueles maratonistas, cuja obsessão maior, nesta corrida insana, é deixar seu concorrente para trás. Apenas para ilustrar: quando dois cavaleiros disputam o primeiro lugar, a princípio, os grandes perdedores são os cavalos (a natureza), as vítimas de chibatadas e açoites dos seus montadores. Porém, a “vingança” dos cavalos é, quase sempre, certa. Pois, ao serem superexcitados para competir, muitas vezes, acabam tropeçando e lançando seus cavaleiros algozes (os homens) por terra.
    Isso nos leva à seguinte inferência: as grandes mazelas contemporâneas caminham sobre o tripé constituído pela superpopulação (a causa), pelo consumismo (a concausa) e pela degradação ambiental ou entropia (a conseqüência). Porquanto, mesmo que não haja mais nenhuma medida capaz de reparar os estragos já feitos, ainda assim, controlar drasticamente a taxa de natalidade global (entre humanos) seria uma forma de evitar o pior (como havia preconizado Thomas Malthus, Friedrich Nietzsch e Nifkin). Este último defende, para o planeta terra, um contingente ideal de no máximo 2.000.000.000 de pessoas; cerca de 1/3 da população vigente. Embora saibamos que tal castração possa-nos parecer inexequível. Pois ela iria entrar em rota de colisão com o próprio instinto de multiplicação da espécie. Ademais, ora, os governos usam seus quantitativos populacionais como trunfos para obter vantagens nas negociações internacionais. Mas, sobretudo, iria enfrentar a sabotagem das forças que movem o mundo: megaempreendimentos, religiões e política. Para essa trindade dominante, cada indivíduo que nasce é um potencial consumidor, dizimista e eleitor respectivamente. Coincidentemente, são estas três vertentes o financiador daquela que se autoproclama a formadora ou manipuladora das opiniões – A GRANDE MÍDIA.
    Alfim: recusar todos os produtos de origem estadunidense, já que é a única nação a negar-se sistematicamente a assinar quaisquer protocolos que tratem de reduzir a emissão de poluentes, ao contrário: os EUA fomentam o consumismo.

  • POLYANA BRITO disse:

    Querido Jeferson, primeiramente quero parabenizá-lo pois assisti a uma entrevista sua na TV local de GV sobre drogas e fiquei maravilhada. Alias, desde sempre sou maravilhada com suas explanações, i.e, desde a Fenord. Parabenizá-lo ainda, pela atuação no combate ao Tráfico de Drogas e pela regional. Vc merece sempre mais, por ser uma pessoa tão simples e especial. Saudades sempre.

  • Aristides Luis Gonçalves de Souza disse:

    Olá.quero deixar claro que quando Deus se referiu ao ser humano se multiplicar,ele iniciou a frase com frutificai-vos,ou seja,tenham prudencia,sabedoria,ordem,decencia e planejamento,ou seja não se multiplicar desordenadamente.Mas,o homem,sm visão do que Deus está se referindo,começou a loucura de se reproduzir pior do que coelho.Agora é pagar o preço e tomar cuidado para não entrar no processo destrutivo,porém infelizmente é provável as consequencias maléficas.
    Que Deus nos guarde.

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