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CAMPANHA EDUCATIVA DA POLÍCIA CIVIL DE TEOFILO OTONI

6 de junho de 2007 1.153 visualizações Nenhum Comentário Imprimir este artigo Imprimir este artigo

POLÍCIA CIVIL DO ESTADO DE MINAS GERAIS
14ª DELEGACIA DE POLÍCIA CIVIL DE TEÓFILO OTONI/MG
DIVISÃO DE TÓXICOS E ENTORPECENTES

 

CAMPANHA EDUCATIVA DA POLÍCIA CIVIL DE TEÓFILO OTONI

Doutor Jéferson Botelho
DELEGADO DE TÓXICOS E ENTORPECENTES

 

"AOS JOVENS"

Esta é uma carta de adeus de um jovem de 19 anos. O caso é verídico e aconteceu em um hospital de São Paulo. "Acho que neste mundo ninguém procurou descrever seu próprio cemitério. Não sei como meu pai vai receber este relato, mas preciso de todas as forças enquanto é tempo. Sinto muito, meu pai, sinto muito mesmo…
            Sabe pai, está em tempo de o senhor saber a verdade de que nunca desconfiou. Vou ser breve e claro, bastante objetivo. O tóxico me matou. Travei conhecimento com o meu assassino aos 15 anos de idade. É horrível, não, meu pai? Sabe como conheci essa desgraça? Por meio de um cidadão elegantemente vestido, bem elegante mesmo, e bem falante, que me apresentou ao meu futuro assassino: a "droga". "Eu tentei recusar, tentei mesmo, mas esse cidadão mexeu com meu brio, dizendo que eu não era homem. Não é preciso dizer mais nada, não é pai? Ingressei no mundo do vício". No começo foi o devaneio; depois as torturas, a escuridão. Não fazia nada sem que o tóxico estivesse presente. Em seguida veio a falta de ar, o medo, as alucinações. E logo depois a euforia do pico novamente,   eu me sentia mais gente do que as outras pessoas, e o tóxico, meu amigo inseparável, sorria, sofria. "Sabe, meu pai,  a gente, quando começa, acha ridículo e muito engraçado. Até DEUS eu achava cômico. Hoje, no leito de um hospital, reconheço que DEUS é mais importante que todo mundo e que sem sua ajuda eu não estaria escrevendo esta carta. Pai, eu só tenho 19 anos e sei que não tenho a menor chance de viver. É muito tarde para mim. Mas ao senhor, meu pai, tenho um último pedido a fazer, mostre essa carta a todos os jovens que o senhor conhece. Diga que em cada porta de escola, em cada cursinho de faculdade em qualquer lugar, há sempre um homem elegantemente vestido e bem falante que irá mostrar-lhes o futuro assassino e destruidor de suas vidas e que os levará à loucura e à morte, como aconteceu comigo. Por favor, faça isso, meu pai, antes que seja tarde demais para eles. "perdoe-me, pai…já sofri demais, perdoe-me também por fazê-lo padecer pelas minhas loucuras". "Adeus, meu pai. Com fé em DEUS, lutaremos para acabar com essa DROGA".

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