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CÂMARA MUNICIAL DE BELO HORIZONTE ENTREGA TÍTULO DE CIDADÃO HONORÁRIO A SUPERINTENDENTE DA POLÍCIA CIVIL

7 de dezembro de 2013 44 visualizações Nenhum Comentário Imprimir este artigo Imprimir este artigo

A Câmara Municipal de Belo Horizonte realizou neste dia 02 de dezembro de 2013, às 19h00min, a Solenidade de entrega do Título de Cidadão Honorário do Município ao Dr. Jeferson Botelho Pereira, Delegado Geral de Polícia e Superintendente de Investigações e Polícia Judiciária de Minas Gerais.

A autora do ato propositivo foi a vereador Elaine Matozinhos, que enalteceu os trabalhos prestados pelo homenageado e pela Polícia Civil de Minas Gerais.

Várias autoridades e personalidades públicas prestigiaram o evento, dentre elas o Chefe da Polícia Civil de Minas Gerais, Dr. Cylton Brandão da Matta, a Chefe-Adjunta da Polícia Civil, Dra. Maria de Lurdes Camilli, o Delegado Assistente, Dr. Valmir de Paula Ramos, o Desembargador do Tribunal de Justiça de Minas, Dr. Afrânio Vilela, o Procurador de Justiça, Dr. Rogério Greco, o Deputado Isaias Silvestre, o vereador Edson Moreira, vários policiais civis e militares, amigos e familiares, professores e acadêmicos do curso de Direito da Faculdade Estácio de Sá.

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Em seu discurso, o homenageado agradeceu a sociedade de Belo Horizonte pelo Título, e em especial agradeceu a Polícia Civil de Minas Gerais que tem exercido grande importância em sua vida profissional.

(…) O Título de Cidadão Honorário de Belo Horizonte, neste momento a mim concedido, me emociona, sobremaneira, pois agora, definitivamente, me sinto um verdadeiro baluarte na arte de apreciar um belo horizonte de se ver, o conjunto arquitetônico da Pampulha inaugurado em 1943 por encomenda do então prefeito Juscelino Kubitschek, reunindo os maiores nomes do modernismo brasileiro, com projetos de Oscar Niemeyer, pintura de Portinari, de jardins de Roberto Burle Marx, do nosso engenheiro Arão Reis, que planejou a capital inspirado no modelo das mais modernas cidades do mundo, como Paris e Washington.

Daqui exatamente a 10 dias Belo Horizonte fará aniversário. Assim, gostaria de lembrar aqui a grande conquista do então presidente de Minas Crispim Jaques Bias Fortes, que inaugurou a cidade com 10 mil habitantes para chegar nos dias atuais a uma população de 2 milhões e 400 mil pessoas.

Jamais imaginei que faria parte do seleto grupo de pessoas que receberam essa comenda. Muito aprendi e ainda tenho muito a aprender com essa gente! Só quero um espaço no mundo para aprender as lições da vida, pois ninguém é tão grande que não possa aprender, nem tão pequeno que não possa ensinar(…)

O agraciado destacou em sua fala os avanços da Polícia Civil de Minas Gerais em face dos recentes investimentos humanos e logísticos do governo do estado e as realizações no campo da Segurança Pública em Minas Gerais, formatadas por meio de uma construção coletiva em prol do crescimento social.

(…) Vejo que a Polícia Civil acompanha o desenvolvimento social da nação. Nos transformamos diariamente para melhor servir o povo! Não somos a mesma Polícia Civil de outrora! Parafraseando MARIO QUINTANA aprendi que “O passado é lição para refletir, não para repetir”. Aprendemos a selecionar nossos diamantes, nossas pedras preciosas. Pedaços de vidro já não nos enganam mais!

De fato, avançamos muito, mas ainda há muito o que se fazer! O caminho é longo! Vamos conseguir trilhá-lo!

Todas as manhãs, ao acordar, reflito sobre um velho brocardo, de autoria desconhecida, que nunca me deixa esquecer de que existem quatro coisas na vida que não se recuperam: a PEDRA, depois de atirada! a PALAVRA, depois de proferida! a OCASIÃO, depois de perdida! e o TEMPO, depois de passado!

Como Delegado de Polícia e agora, Superintendente de Investigações e Polícia Judiciária de Minas, coloquei em mente que NÃO poderia perder a OCASIÃO, nem deixar que o TEMPO passe inerte.

Não espero que cheguem as CIRCUNSTÂNCIAS IDEAIS nem a MELHOR OCASIÃO para atuar, porque talvez não cheguem nunca. Simplesmente ATUO!

Ao final do seu pronunciamento, o homenageado Jeferson Botelho, muito emocionado arrematou:

"Meu caminhar atravessa os obstáculos naturais da vida, como correnteza de rio que invade as muralhas da solidão, contorna os grandes óbices para chegar ao oceano. A bela mancha do arco-íris que risca o firmamento a devolver o colorido exuberante a nossos olhos num belo horizonte de se ver. Meu corpo se desloca horas a fio do Fonte Grande a Serra Verde, na convicção da autoafirmação e de minhas desejadas quimeras. Minha voz ecoa a solidão da minha paixão pela vida, meu coração palpita fora do compasso com vontade de enxergar além da claridão dos arrebóis, além das águas da Lagoa da Pampulha, o silêncio me indica a direção do meu olhar arrasante, a fitar na descoberta do homizio, a maldade atrás das vielas da hipocrisia, das ondas da covardia e das mazelas da falsidade. Amo o vazio, pois nele encontro o nada, pois nada é muito para quem nada a procura da direção exata da minha almejada etiqueta da cultura da paz a da solidariedade".

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