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Polícia Civil apresenta chefe de quadrilha acusado de 50 homicídios

28 de novembro de 2007 2.882 visualizações Nenhum Comentário Imprimir este artigo Imprimir este artigo





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A Polícia Civil de Minas Gerais apresenta hoje (23/11/2007) às 16 hs no Aeroporto de Confins, Felício da Cruz Júnior, 42 anos, conhecido como Felicinho. Ele é acusado de liderar uma quadrilha de traficantes e de envolvimento em pelo menos 50 homicídios na região de Teófilo Otoni, a 446 km de Belo Horizonte.

Felício foi preso no dia 15 de novembro no estacionamento de uma agência bancária em Foz do Iguaçu, por agentes do Grupo de Diligências Especiais da delegacia da Polícia Civil do Paraná. Os agentes paranaenses montaram cerco após receberem um dossiê em 13/11, elaborado por policiais da Delegacia de Teófilo Otoni, informando o paradeiro do suspeito. As investigações sobre as ações do bando, que começou a ser desarticulado em dezembro de 2005, começaram há três anos.

Após a apresentação, o suspeito, terceiro na hierarquia do bando que se intitulava a empresa chegou a contar com 200 integrantes, será transferido para Teófilo Otoni. Os criminosos agiam no Vale do Mucuri, Sul da Bahia, e no estado de São Paulo. Investigações revelaram que os membros do grupo costumavam trocar idéias e planejar a atuação por meio de vídeo-conferências.

Além de Felício, foram presos Sâmara Hawaslla, de 19 anos, jamaicana, que se aprensentou como sua namorada e Diogo Lopes Batista, 18 anos. Quando foi detida, Sâmara estava com R$ 3 mil, que tinha acabado de sacar do banco a pedido de seu namorado. No carro de Felícinho, um Fiat Uno, foram encontradas pedras semi-preciosas e vários documentos. Na casa do acusado, os policiais paranaenses apreenderam duas pistolas.

Investigações

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O inquérito que apurou os crimes da quadrilha foi concluído em janeiro de 2006 pelo delegado Jeferson Botelho, da Delegacia Regional de Teófilo Oton. Quarenta e cinco pessoas foram indiciadas por associação para tráfico de drogas, homicídio, furto, assalto, crime contra o sistema financeiro e estelionato. O delegado solicitou à Justiça o seqüestro de bens de todos os envolvidos.

A quadrilha começou a ser desbaratada em dezembro de 2005, quando os policiais civis de Teófilo Otoni prenderam em Praia Grande, no litoral de São Paulo, Ângelo Gonçalves de Miranda Filho, o Anjo, de 24 anos, que seria o líder do grupo. Dois dias depois, uma megaoperação, envolvendo 100 policiais, cães farejadores e helicóptero da Polícia Civil, resultou na prisão de outros 27 integrantes do bando, no Bairro Manoel Pimenta, no mesmo município. O segundo homem da organização, Anderson Ferreira dos Santos, de 20 anos, atuava na Pedreira Prado Lopes, em Belo Horizonte.

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Fonte: Polícia Civil Minas Gerais

 


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